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Uma das coisas mais importantes que aprendi na propaganda e na vida
"Vida é curta demais para passar ao lado de filhos da puta." Bill Bernbach O "B" da legendária agência de propaganda DDB
Escrito por Nick Farewell às 21h15
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Inteligência telejornalística
"O problema da prata é que vem depois de uma derrota. Mas é prata."
Carla Vilhena
Escrito por Nick Farewell às 12h46
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Vida
Rimos, choramos e vamos.
Escrito por Nick Farewell às 12h44
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Pergunta e resposta
Pra que escrever se pode viver?
Escrito por Nick Farewell às 12h43
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Mais uma do mundo publicitário
Essa quem me contou foi um amigo meu, um bem sucedido redator publicitário. Não sei se vocês sabem, algumas vezes a agência de propaganda a pedido de cliente (geralmente) faz um teste com os consumidores sobre a campanha antes de ir para o ar. A sala se parece muito com aquelas salas de interogatório de filme policial americano. Tem um vidro com película de prata que divide os ambientes e quando escurece um dos lados, as pessoas que estão do outro lado não conseguem enxergar o lado escuro. Pois bem, então ficam os clientes e os criativos no lado escuro (da força? sacanagem) e ficam observando as reações da amostra de consumidores do outro lado. A campanha era de pasta de dente. Os criativos elaboraram a seguinte belezura: "Essencial é?" A campanha era várias pessoas falando sobre o que é essencial e queria dizer que ter dentes saudáveis era essencial. A lógica até que é razoável. Veja a cena. Um monte de "criativos" do outro lado com placas como "essencial é ter amizade", "essencial é amor, carinho, sorriso, felicidade, por aí vai. Começa o teste. As pessoas começam a falar: "ah, sim, o essencial é amor, amizade". Daí os criativos dão leves cotoveladas uns aos outros sorrindo: "não disse, não disse?". Então entra uma senhora genuína representante da classe C segundo ABA diz: - Essencial é ter o que comer.
Escrito por Nick Farewell às 00h39
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O mundo como ele é
Andava acontecendo estranhas coincidências. Recebi solicitação de casting para um filme, depois para um seriado e ontem recebi um literalmente pedido de socorro para teste de um comercial que só podia ser coreano. Fui lá por um lado curioso para saber o que seria e também para socorrer amigos produtores porque sei como é difícil a vida deles. Chegando lá, de cara encontrei alguns amigos atores. Eles achavam que eu estava na equipe de filmagem ou era da agência. Sorri, dizendo que hoje eu era colega de trabalho e que vim para o teste. Na fila também fiz algumas amizades, tudo muito gente boa. Mas chegando no set senti o cheiro da arrogância. Quando estava preenchendo a ficha tinha visto o nome da produtora. Era a produtora que fiz vários filmes quando estava na Samsung (inclusive o diretor do comercial era com quem tinha feito a maioria dos comerciais). Lembro que como cliente e da agência o tratamento era outro. Fiquei esperando a minha vez. A cena era algo estúpida. Não consegui conter o riso nervoso (e muito triste) quando a garota que conduzia o teste (assistente de direção) disse: - Você precisa saber que essa escova de dente é a melhor coisa da sua vida! - ela falava sério. Deus. No meio do teste uma garota entrou e comentou para a garota do teste sobre mim. De imediato, o tratamento mudou. Com todos da sala inclusive. Sai com gosto ruim na boca ao pedir melancolcamente para a garota: - Manda um abraço para o .... Eu estou com dor de garganta. Mas na saída, tive que cuspir no chão volutariamente.
Escrito por Nick Farewell às 16h57
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Preciso de tempo
Mudanças no trabalho. Apesar de gostar, a falta de tempo estava acabando comigo. Então, como tinha levado o Gobatto para me ajudar na FLIP, contratei-o para coordenar o marketing da Via Lettera. Fico como Diretor de Marketing Adjunto e continuo na estratégia e no planejamento. Assim tudo continua sob a mesma direção. E eu ganho tão valioso tempo com isso.
Escrito por Nick Farewell às 21h53
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Saldo da Flip
Na correria acabei não contando sobre a FLIP. Foi extremamente cansativo mas valeu muito a pena. Creio que o dito "autor presente" funcione mesmo. Vendi todos os GO's que levei. A piada maior era que eu só perdi para o autor da editora presente na palestra, Neil Gaiman. Fiz muitos amigos. Muitos mesmo. Toda vez que vou para a Paraty fico com a impressão de que uma magia me cercasse. É como se ao adentrar no centro histórico um campo invisível ou alguma partícula etérea pulverizada nos envolvesse. Toda a noite quando as lâmpadas em cúpulas ascendiam e me sentava de frente para o restaurante iluminado pelas velas, um eu-menino corria pelas ruas de centro histórico tropeçando nas pedras. Fechava os meus olhos e desfilava na minha frente todos os meus heróis dos livros. Criadores e criaturas. E eu ficava ali sorrindo, feliz. E ao cair da noite, eu entendia que o único partimônio da humanidade perene eram os livros. Que conservam com suas linhas, espaçamentos e monumentos erguido com as palavras, o espírito humano. Engraçado. Ao escrever estas linhas sinto o ar, as pedras e as casas, e pareço que estou sentado no meio da rua de Paraty.
 Um novo amigo, moi, um contador de histórias e um novo-velho amigo
Escrito por Nick Farewell às 21h35
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