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Isso também é muito bom.

Escrito por Nick Farewell às 01h28
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Isso sim é fantástico.

Escrito por Nick Farewell às 01h18
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Leitor
Tem um tópico na comunidade do meu livro que pergunta quanto tempo levou para ler o GO. Um moleque escreveu: "4 vezes em 2 meses". Hahahahahaha. Mandei um scrap dizendo que ele ganhou o livro de presente. Então ele respondeu: "sériu? (sim, com "u". emoticon olhos semi-serrados e olhando para o lado. Hahahahaha) Na verdade eu li 4 vezes e meio". Hahahahahaha.
Escrito por Nick Farewell às 12h19
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Encontro casual
Encontrei esses dias uma amiga do meu tio monge falecido. - Anyonraseyo. - Gyusuk-a! (meu nome coreano) Quanto tempo! Soube que você é escritor agora. - Não. Eu só escrevi um livro. - Aigo... (interjeição de lamento) Por que você escolheu essa profissão? Escritores têm que pensar muito. Veja só os cabelos brancos. E ainda por cima fica fumando muito. Pare com isso! - ...
Escrito por Nick Farewell às 12h40
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Deixa ela entrar
Eu poderia ser cruel e dizer que é um Crepúsculo mirim. Mas a garotinha que interpreta a vampira é algo indescritível. Eu vi o amor em seus olhos. Só uma dúvida fica: a humanidade está tão escassa que precisamos recorrer aos vampiros para resgatá-la?
Escrito por Nick Farewell às 11h33
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This is our gift. This is our curse.
Temos o poder de acreditar em qualquer coisa.
Escrito por Nick Farewell às 22h51
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Celebre a vida
Escrito por Nick Farewell às 15h26
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Olha nos meus olhos!
No bar perto da Fatec ainda com Luciano e amigo dele, de repente ouço um barulho no meio da calçada. "Você quer me matar? Então vem, vem! Vem me matar! Você tem que me matar! Porque senão eu te mato!" Era um morador de rua visivelmente bebado com punhos levantados e gritando com um homem. Nessa confusão parou perto um senhor com andador acompanhado de mulher que não conseguia passar para o outro lado. Eu me levantei e me dirigi ao bebado. Cruzei os braços para trás e disse: "deixa o senhor passar". O bebado começou a gritar. "Você quer morrer também? Olha nos meus olhos! Olha nos meus olhos!". Não sei que raio me deu achando que ele não ia me bater. "Vou olhar. Mas primeiro deixa os senhores passarem." Ele não notou e continuou gritando. "Vou te matar! Vou te matar!" "Olha lá! Deixa eles passarem. Depois a gente briga!" Ele finalmente notou e disse: "entendi...". Depois que eles passaram o bebado arrefeceu e foi embora. De volta para a mesa do bar não consegui deixa de fazer o comentário de humor negro: - Eu queria muito ter respondido quando ele falou "olha nos meus olhos!". O verdadeiro ou o olho de vidro?
Escrito por Nick Farewell às 19h09
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Conhecimento instantâneo
Não me lembro como surgiu o assunto. O Mauro fala sobre eletromagnetismo. Digo que nunca entendi as leis de Maxwell e que tirei 1.5 na Física III (matéria que tratava disso). Luciano ri dizendo que nunca conseguiria me imaginar tirando 1.5. Mas algo acontece. Mauro fala sobre eletrostática, magnetismo e unificação para eletromagnetismo. Luciano pergunta o que é sobre isso. Faço posição dos vetores com a mão esquerda. Velocidade, campo e direção... Ao dizer isso, lembro do início do livro. Falsificação de bilhete de metrô. Você pode perceber. A leitura do bilhete é por meio de indução eletromagnética. Por isso que o bilhete é "puxado" Ele precisa ser lançado no campo magnético com determinada velocidade. De repente o que Mauro me disse e o que falo começam a fazer sentido. Pode não acreditar mas finalmente depois de 15 anos entendi as Leis de Maxwell. As equações todas passam pela minha cabeça. Aprendo sobre eletromagnetismo na mesa do bar, numa festa no meio de ruído de copos e risadas. Fico estático processando equações como se fosse um robô.
Escrito por Nick Farewell às 18h51
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Follow the flow parte II
Vou almoçar com Fernando na Sta Efigênia. Um pessoal quer assistir ao filme da mostra. Ajudo o Danilo pegar o passaporte dele no shopping Tatuapé. Na volta passo no Bom Retiro para comprar presente que vou levar na festa mais a noite. Já atrasados para o filme, Danilo pergunta se deve seguir em frente ou virar na esquina. Digo para virar a direita. Quando mal chegamos no meio eu vejo um "moleque" tomando cerveja na mesa. Digo "moleque" porque ele não tinha mudado nada. Era Luciano que frequentava minha loja de HQ. Paro acreditando que esse encontro não é a toa. Danilo prossegue a sua jornada. Conversando, descubro que Luciano está fazendo Fatec, é Policia Federal especializado em telecom, tem agora 28 anos e continua jogando magic. Convido-o para ir para a festa logo mais brincando que pode ir como meu segurança. Mostra ainda no braço inacreditáveis tautagens de Marvel e de Punho de Ferro que todos acham que é Batman para sua irritação. Na saída para festa uma surpresa. A aniversariante me liga dizendo que o Terraço Itália cancelou a reserva por conta de um casamento. Por sorte, consigo reservar Jeremias na última hora. Mauro que achei que não fosse ir comparece. Veja só o que é encontro. Luciano ouve de fato a história do HQ, RPG e magic contado pelo próprio homem que trouxe a maior parte dos seus realizadores e obras para o Brasil. Será essa a minha função do dia? Enquanto conversam sobre O Senhor dos Anéis estou sorrindo. No fim da noite Luciano me confidencia: "a sua loja me fez o que sou hoje. Porque aquilo não era uma loja. era encontro de verdade de pessoas." Começo a sorrir ainda mais. O que eu mais poderia querer na vida?
Escrito por Nick Farewell às 18h16
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Acreditar
- Se tudo isso é ilusão porque nós acredtamos tanto? - Porque é consistente.
Escrito por Nick Farewell às 12h01
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I'm fed up
Estou cansado de ouvir "isso é impossível", "isso não tem lógica", "isso não tá certo". Vou fazer e viver da minha própria lógica.
Escrito por Nick Farewell às 14h55
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Musicoterapia
Estava num bar e o pianista tocou "When I fall in love" por último. Em seguida "When I man loves a woman" no som ambiente. Logo depois, a versão de "A Whiter Shade of Pale" do mesmo Percy Sledge ficou na minha cabeça. Depois de um bad day ouço a música. E ela está me salvando.
Escrito por Nick Farewell às 22h30
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A invenção do cerébro
Nos últimos dias ando pensando bastante sobre a lógica. Mais precisamente da vida. Estive pensando primeiramente em sistema binário. A linguagem do computador que tudo que você vê pode ser descrito com "0" e "1". Ou seja, pode existir uma linguagem que não conheçamos que descreva o mundo e a vida? Talvez exista uma lógica não acessível aos homens e à logicidade humana. Como chego a essa linguagem?
Escrito por Nick Farewell às 17h56
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Surpresa
Hoje encontrei a garota que dançava com os lábios.
Escrito por Nick Farewell às 01h02
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